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12/03/2015 - Construtora de Osasco é a primeira a usar drones

O equipamento será utilizado para fiscalização técnica como por exemplo a supervisão de vazamentos e problemas no telhado de uma obra dos empreendimentos imobiliários da empresa.

A Banco de Projetos Imobiliários tornou-se a primeira construtora de Osasco a implementar o uso de um drone no acompanhamento de suas obras e na fiscalização técnica de seus empreendimentos. A inovação marca também o início do uso da rede social Instagram como mais um canal para clientes monitorarem o andamento de seus investimentos.

De acordo com o diretor da empresa, Jean Paul Cutrona, o drone é uma ferramenta preciosa de informação. “Além de fazer imagens únicas do andamento de cada empreendimento nosso, utilizamos o drone para supervisionar vazamentos e problemas no telhado, por exemplo. Ou seja, nós ganhamos tempo, pois o drone é mais rápido que uma pessoa, e ainda garantimos a segurança do trabalhador, que mesmo usando todos os equipamentos de segurança, teria que subir e se arriscar uma vez mais para achar o problema na obra”, completa.

O modelo Phanton 2 Vision, adquirido pela Banco de Projetos, conta com uma câmera acoplada que permite fazer imagens em alta resolução de todos processos das construções, de diferentes ângulos e alturas. “Além de nos ajudar neste controle em relação às obras, o drone também agrega valor ao relacionamento da Banco de Projetos com os nossos investidores, já que agora eles podem ver detalhes do andamento do empreendimento. Para a pessoa acompanhar mês a mês o andamento da obra, disponibilizamos as imagens feitas pelo drone por Facebook, nosso site, e-mails e agora também o Instagram”, afirma Jean.

O diretor da Banco de Projetos garante que o equipamento é completamente seguro pois, além de ser controlado por alguém que tem conhecimento técnico e experiência para operar o drone, o aparelho não carrega nada, além da câmera de filmagem. “O drone não será usado aleatoriamente, apenas para nossos empreendimentos. Além disso, sou eu mesmo quem opera o aparelho, pois fiz o curso com instrutor licenciado da própria fabricante”, ressalta.

Uma vez configurado corretamente, o aparelho, que tem 15 minutos de autonomia de voo por recarga, é capaz de retornar sozinho às coordenadas de origem para pousar de forma segura e autônoma em caso de problemas ou perda de comunicação.

Defensor da regulamentação
Recentemente os drones têm sido objeto de polêmicas quanto aos riscos de acidentes e necessidade de legislação específica. Jean é um defensor da criação de normas objetivas para regulamentação da operação desses equipamentos no Brasil. “Temos que estar cientes de que, se o drone for usado por uma pessoa com ética, trará muitos benefícios para o mercado profissional”, explica o diretor.

Fonte: http://correiopaulista.com/2013/construtora-de-osasco-e-a-primeira-a-usar-drones/



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